domingo, setembro 30, 2007

segunda-feira, setembro 24, 2007

Reforma ortográfica


O Brasil já está preparado para enfrentar algumas mudanças na língua portuguesa, mesmo sem saber quando ela vai acontecer

A reforma ortográfica foi mais uma vez adiada. A decisão da - Colip- Comissão para Definição da Política de Ensino-Aprendizagem, Pesquisa e Promoção da Língua Portuguesa foi tomada na última sexta-feira. Apesar disso, o MEC- Ministério da Educação anunciou no início do mês que a licitação dos livros didáticos para a nova ortografia (que deveria entrar em vigor no início de 2008) já está preparada.

O assunto pode não ser o dos mais relevantes, já que outros temas políticos têm sido alvos da imprensa, porém, a sociedade precisa de uma satisfação e mais do que isso, tem de saber o que muda e o que continua igual nas regras da língua caso a idéia seja retomada.

Para esclarecer a questão, a reportagem do Guia da Semana resolveu colocar a mão na massa. A seguir, você vai entender porque essas mudanças vão ocorrer num futuro breve, a quem ela beneficia ou prejudica e como as escolas estão se preparando para essa readaptação, que apesar de atingir apenas cerca de 2% do idioma pode fazer a diferença durante uma prova, concurso ou vestibular.



A língua
O português é falado em oito países: Angola, Moçambique, Cabo Verde, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe, Timor Leste, Brasil e Portugal. A língua tem duas grafias oficiais, o que acaba dificultando seu estabelecimento como um dos idiomas oficiais da Organização das Nações Unidas (ONU). E por isso, a necessidade de padronizá-la. A ortografia-padrão tem como objetivo facilitar o intercâmbio cultural entre essas nações. Segundo o MEC, com as normas unificadas o Brasil sairia do isolamento lingüístico, já que todos os outros da CPLP- Comunidade de Países da Língua Portuguesa- seguem o português de Portugal, dessa forma os livros brasileiros têm de ser traduzidos nesses países.



O acordo
A proposta para o acordo ortográfico foi apresentada para a CPLP em 1990 por Antônio Houaiss (1915-1999), um dos maiores estudiosos da língua. Entretanto, para ela ser aprovada era necessário que pelo menos três dos oito países lusófonos ratificassem o tal acordo. E até hoje, Brasil, São Tomé e Príncipe e Timor Leste já o fizeram. Logo, as mudanças poderiam entrar em vigor a qualquer momento. Porém, o adiamento da reforma segundo o presidente da Colip Godofredo de Oliveira Neto aconteceu porque Portugal não aceitou as novas regras da ortografia Por enquanto o acordo está suspenso . O Brasil deve esperar que o país aceite as mudanças. A verdade é que diferente do Brasil, Portugal não demonstrou nem uma vontade política e não está nem um pouco preocupado com isso nesse momento.

As mudanças na sala de aula
As novas regras da língua portuguesa quando acontecerem, serão aplicadas apenas na ortografia, as pronúncias típicas de cada país permanecem iguais. Para as escolas, não haverá uma divulgação oficial do início do acordo explica o diretor de conteúdo do colégio Pueri Domus Lilio Paoliello. Ele pode entrar em vigor em cada país, desde que três dos países de língua portuguesa o tenham aceito. Isso já aconteceu, mas como Portugal ainda não tomou posição, Brasil fica em uma posição não confortável para colocá-lo em ação. É mais uma questão diplomática do que ligada à educação.

De qualquer forma, as escolas particulares também estão preparadas para quando isso acontecer. O Pueri Domus é um exemplo: A partir do momento da opção do governo brasileiro, começaremos a redigir nossos textos do cotidiano e aqueles divulgados pela internet já conforme o acordo e toda vez que uma palavra com nova escrita for trabalhada em sala de aula, os professores chamarão a atenção dos alunos. Porém, não deve haver uma ´caça às bruxas´ ou uma ´cruzada da nova escrita´ para que o trabalho não tenha efeito contrário , finaliza Lilio.

Consultas• MEC- Ministério da Educação
• Colip- Comissão para Definição da Política de Ensino-Aprendizagem, Pesquisa e Promoção da Língua Portuguesa
• CPLP -Comissão de Países de Língua Portuguesa
• Eduardo Martins em Iniciativa consagra diferenças irreconciliáveis, O Estado de S. Paulo.
• Colégio Pueri Domus

http://yahoo.guiadasemana.com.br/yahoo/iframe/channel_noticias.asp?id=12&cd_city=1&cd_news=31211

Museu da Língua Portuguesa

SOBRE O PROJETO

Justificativa

O tema central do museu é a língua portuguesa – a base da cultura brasileira. Trata-se de um museu vivo da língua, onde os brasileiros podem se reconhecer e se conhecer melhor; lugar que evoca a especificidade e a riqueza da língua portuguesa do Brasil e busca, assim, reforçar o sentimento de pertencimento e responsabilidade com o país.

O objetivo maior é fazer com que as pessoas se surpreendam e descubram aspectos da língua que falam, lêem e escrevem, bem como da cultura do país em que vivem, nos quais nunca haviam pensado antes. Que se espantem ao descobrir que sua língua tem todos aqueles aspectos ocultos. O alvo é a média da população brasileira, mulheres e homens provenientes de todas as regiões e faixas sociais do Brasil e cujo nível de instrução é, na maioria, médio ou baixo.

Essas pessoas utilizam o português – sua língua materna – das mais diversas maneiras: comunicam-se com muita criatividade, usam neologismos, inventam imagens, têm humor. Operam a língua com muita soltura, mas não têm idéia de sua história, de como ela se construiu e continua a construir-se. Deseja-se que, no museu, esse público tenha acesso a novos conhecimentos e reflexões, de maneira intensa e prazerosa.

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Localizado no Bairro da Luz, o prédio centenário da Estação da Luz constitui um dos mais importantes marcos históricos da cidade de São Paulo.

O prédio tem um traçado arquitetônico engenhoso e bastante peculiar. Foi construído pelos ingleses e inaugurado em 1901, em pleno ciclo do café, com o intuito de levar a produção das lavouras do interior do estado até o Porto de Santos – canal de saída para a Europa, principal consumidora da bebida brasileira.

Hoje, mais de 100 anos depois de sua inauguração, a Estação da Luz ainda é considerada um símbolo da riqueza do café e um dos mais importantes monumentos arquitetônicos de São Paulo.

Em suas novas funções como centro de valorização de nossa língua, o Museu da Língua Portuguesa deve se transformar numa referência que coloque o entendimento da língua – e não apenas da língua falada no Brasil – em um novo patamar. Espera-se que as pessoas venham a São Paulo para viver essa experiência nova

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Mas o que pode levar as pessoas a viverem essa experiência – ou seja, a tomarem consciência de sua cultura através do conhecimento de sua língua?

O museu organiza um vasto conjunto de informações a partir de alguns eixos centrais. O primeiro deles é a antiguidade da língua portuguesa, uma língua de milênios. Isso implica retraçar brevemente a trajetória da língua, desde o Lácio, em Roma, até sua chegada no Brasil, depois de passar por outras partes do mundo.

O segundo eixo é a universalidade da língua portuguesa. A idéia de globalização surgiu após Portugal ter chegado na África, Índia e Ásia, com as grandes navegações. A viagem de circunavegação revelou a esfericidade da Terra. E o português foi introduzido em vários pontos do planeta.

É preciso lembrar que universalidade, nesse caso, não significa que o português seja a língua mais falada no mundo, embora o idioma seja usado hoje por 270 milhões de pessoas.

O terceiro aspecto destacado aqui é a mestiçagem da língua. O idioma falado no Brasil é tão misturado quanto a cor da pele das pessoas e a cultura do país. Assim, ele também está marcado pelos encontros e desencontros de povos e signos, por convergências e conflitos, por contradições e desigualdades. No Brasil, a língua, como as raças, amalgamou-se, dando unidade ao país.

Foi também a língua que, de certa forma, desenhou os limites do território brasileiro, com suas dimensões continentais: um brasileiro da Região Sul entendese perfeitamente com um brasileiro da Amazônia, apesar de ambos viverem em realidades culturais totalmente diferentes.

Também os norte-americanos de todo o território dos EUA se entendem em uma unidade lingüística admirável. A diferença de nossa unidade lingüística, porém, é o altíssimo grau de mestiçagem que constitui o português do Brasil. Não se trata apenas de padrões de fala ou ritmos diferenciados. Na verdade, há aqui uma alta carga de palavras não portuguesas – basicamente indígenas e africanas – que foram incorporadas ao uso cotidiano e estão presentes em nosso vocabulário.

Um quarto aspecto abordado no museu diz respeito ao fato de que a língua portuguesa do Brasil está incessantemente construindo mundos, através das artes. A língua é a matéria-prima por excelência da literatura e da poesia, e compõe também as artes visuais, o teatro, a música e as artes plásticas.

O que quer e o que pode essa língua, pergunta o poeta? E aqui abre-se um universo extenso de referências: é Guimarães Rosa e Machado de Assis; é o cordel e João Cabral de Mello Neto; é Drummond e Bandeira; Mario e Oswald; são os irmãos Campos e Caetano Veloso; padre Vieira e Gregório de Mattos; Chico Buarque e Glauber Rocha; Luiz Gonzaga e os samba-enredos; Wally Salomão, Marcelo D2 e Patativa do Assaré. A lista parece não ter fim.

Ao mesmo tempo, a língua estrutura nosso cotidiano em todo o país. Do jornal diário aos grafites das ruas, das juras de amor aos manuais, dos outdoors às placas de ônibus, das bulas de remédio às novelas e propagandas de TV, estamos imersos em um imenso manancial de informações veiculadas através da língua que falamos, lemos e escrevemos.

Convivem no Brasil de hoje inúmeras variantes da língua, decorrentes das experiências regionais e locais, de especificidades socioculturais e dos cruzamentos que se vêm fazendo ao longo do tempo, com contribuições múltiplas. Somadas, constituem o português do Brasil. Uma língua que está em intenso movimento, recriada de diferentes maneiras e diariamente, em cada recanto do país.

A língua é um instrumento privilegiado para a transmissão organizada de conhecimentos. A linguagem oral e a escrita produzem e reproduzem incessantemente novos e velhos significados, criando e recriando as sociedades, sejam elas tradicionais, sejam modernas. Ela é também a língua da história, das ciências e da educação.

Significado do Projeto

Mas qual é a importância de tudo isso? Qual é a mensagem maior que se quer transmitir no Museu da Língua Portuguesa? O que se espera que as pessoas sintam depois de visitá-lo?

A mensagem central contida no museu é que essa língua portuguesa que unifica um país do tamanho do Brasil é a forma de expressão de uma cultura rica e diversa que carrega consigo uma mensagem singular em meio às nações. Pois, apesar das grandes desigualdades sociais e econômicas em que está imerso, o Brasil tem como um de seus mais relevantes traços distintivos a capacidade de tolerância. Nesse território, desenvolveram-se formas de convivência e respeito às diversidades de que o mundo necessita.

Os brasileiros, porém, não têm uma consciência muito profunda da civilização que construíram e dos valores que conquistaram através dessa civilização. Crêem-se inferiores a outros povos e culturas, o que os predispõe muitas vezes a receber e absorver toda e qualquer interferência que venha de fora, sem distinção.

Trata-se, portanto, e antes de tudo, de ampliar a auto-estima dos brasileiros e fazê-los acreditar que, conhecendo-se a si mesmos, eles poderão inventar, com originalidade, o futuro que desejarem.

E, num momento em que o mundo passa por uma homogeneização cultural trazida pela economia globalizada, poderemos valorizar – e até exportar – a aceitação da diversidade, característica que nos é tão cara.

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Mais do que uma celebração da língua, o Museu da Língua Portuguesa é, portanto, uma celebração da identidade brasileira. Existiriam várias outras formas de fazê-lo. Poderíamos criar um museu do futebol, um museu do Carnaval ou um museu do barroco – que é uma invenção tropical luso-brasileira e, portanto, mestiça. Mas escolhemos ocupar esse espaço com um centro de celebração da língua. Se, como diz um verso do poeta português Fernando Pessoa, “minha pátria é minha língua”, acreditamos que nada melhor do que a língua para reforçar o sentimento de pertencimento e responsabilidade com o país.

Objetivos do Museu

O projeto tem quatro objetivos básicos. São eles:

1) oferecer ao público em geral um conjunto de informações audiovisuais de caráter histórico, social e cultural sobre a língua portuguesa em suas várias dimensões e possibilidades, organizado de maneira dinâmica e atraente em uma grande exposição permanente e em exposições temporárias;

2) proporcionar a estudantes e estudiosos conferências, mesas-redondas, cursos e eventos interdisciplinares relativos à língua em seus vários aspectos;

3) gerar produtos educacionais, como monitoria para escolas e atividades para formação de professores;

4) disponibilizar conteúdos virtuais através do Portal da Língua Portuguesa.


Já existe uma base sólida de conhecimentos produzidos sobre a língua e a cultura brasileira. O museu tem conexões com as instituições, os trabalhos e as pessoas que estão envolvidas nessa produção. Citando um exemplo: uma das características da língua portuguesa do Brasil é a forte presença em nosso vocabulário cotidiano de palavras indígenas e africanas. É desejável que o museu se conecte a um grande número de instituições e especialistas que se dedicam ao estudo dessas línguas, disponibilizando para o público o acesso a esses acervos tecnológicos.

Dessa forma, o público poderá mergulhar no tema em diferentes níveis de profundidade. E o museu, em seu conjunto, se constituirá em um importante centro irradiador de conhecimentos sobre a língua.

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Há também um ingrediente geopolítico no museu: existe um forte movimento dos países de língua espanhola, especialmente da Espanha, de afirmação da língua hispânica, com foco claro nos Estados Unidos e na Europa. Ao visitarmos qualquer universidade estrangeira, seja americana, seja européia, encontramos departamentos de estudos de língua dedicados ao espanhol.

O museu pretende conectar-se também com esses ambientes no exterior para o fortalecimento do olhar sobre a língua portuguesa, transformando-se, para os brasileiros e para os demais povos de língua portuguesa, em um centro de referência da mesma natureza que um Instituto Goethe ou um Instituto Cervantes. Isso seria muito útil para a consolidação da comunidade de povos de língua portuguesa.
Nesse sentido, existem protocolos de intenção assinados com instituições internacionais, tais como a própria CPLP e o Instituto Camões e uma importante parceria já firmada com a Fundação Calouste Gulbenkian.

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Talvez essa seja a primeira vez no mundo em que se pretendeu dar um tratamento museológico à língua, tratando-a como uma obra de arte. Desejamos oferecer ao público a possibilidade de fruir sua língua, fazendo-o pensar nela como em uma invenção do homem.

A Natureza da Experiência

O Museu da Língua Portuguesa, portanto:

1) dirige-se a um público amplo e variado, de jovens e adultos, em um espaço atraente e instigante, estimulando atitudes pró-ativas, através de múltiplas possibilidades de interatividade;

2) explora as potencialidades da língua portuguesa em seus aspectos temáticos e históricos;

3) utiliza modernos recursos tecnológicos e de comunicação, tendo como matéria-prima básica iconografia variada, filmes, vídeos, música e poesia;

4) oferece ao visitante momentos alternados de experiências individuais e coletivas, em um diálogo permanente e surpreendente entre conteúdos e abordagens variados;

5) propicia uma experiência acolhedora e amplamente democrática.


Marcos Conceituais de Conteúdo

Argumento para a criação do audiovisual do Auditório
Antonio Risério

Grande Galeria - Natureza e Cultura
Manuela Carneiro da Cunha

Grande Galeria - Religião
Antonio Risério

Grande Galeria - Dança
Antonio Risério

Grande Galeria - Futebol
Antonio Risério

Grande Galeria - Integração Nacional
Antonio Risério

Grande Galeria - Carnaval
Antonio Risério


Grande Galeria - Relações Humanas

Antonio Risério

Grande Galeria - Música
Antonio Risério

Grande Galeria - Festas
Antonio Risério

Grande Galeria - Valores Saberes
Antonio Risério

Gírias
Marilza Oliveira

Carnaval do Rio de Janeiro
Marilza Oliveira

Expressões e gírias
Marilza Oliveira

Frases de pára-choques de caminhão
Marilza Oliveira

Criação Lexical Artística
Marilza Oliveira

Lanternas - Línguas Africanas

Lanternas - Línguas Africanas II

Lanternas – Espanhol

Lanternas – Línguas dos Imigrantes

Lanternas – Línguas Indígenas I

Lanternas – Inglês e Francês

Praça da Língua

Sala de Etimologia
Mário Eduardo Viário

Sala de Etimologia versão 2
Mário Eduardo Viário

Sala de Etimologia versão 2b
Mário Eduardo Viário


Endereço:
Praça da Luz, s/nº
São Paulo - SP
Cep: 01120-010

Telefone:
(11) 3326-0775
Atendimento: de 9h às 18h

Horário:
De segunda a sexta-feira

domingo, setembro 16, 2007

Google vai à Lua

Empresa patrocina competição espacial com prêmio de US$ 30 milhões

O Google e a fundação X PRIZE anunciaram o lançamento da competição Google Lunar X Prize, que irá oferecer um prêmio de US$ 20 milhões à primeira equipe que colocar um veículo robótico na superfície da Lua e transmitir de volta um gigabyte de fotos e vídeos em alta definição. Também haverá um prêmio de US$ 5 milhões para o segundo colocado, bem como outro prêmio de US$ 5 milhões para a equipe que conseguir completar uma série de desafios, como sobreviver a uma noite lunar, percorrer distâncias superiores a cinco quilômetros e fotografar objetos feitos pelo homem deixados para trás durante as missões Apollo, dos EUA, e Luna, da extinta União Soviética. Os prêmios são válidos até o dia 31 de Dezembro de 2012. Após esta data, o primeiro prêmio será reduzido para US$ 10 milhões até 31 de Dezembro de 2014, data na qual o concurso se encerra. A primeira edição do X PRIZE, em 2004, resultou no primeiro vôo orbital tripulado por uma aeronave construída e operada por uma entidade civil. A equipe vencedora foi a Tier One, da empresa Scaled Composites, liderada pelo projetista de aeronaves Burt Rutan e patrocinada por Paul Allen, co-fundador da Microsoft. O vôo foi feito em 4 de Outubro de 2004, pelo piloto Mike Mellvin. Mais informações sobre a competição em www.googlelunarxprize.org

Artigo publicado no http://olhardigital.uol.com.br/digitalnews1.php?NoticiaID=3249