Você conhece alguém que escolhe o Restaurante pela sobremesa?
Muito prazer! Esta pessoa sou eu.
Trabalho numa Universidade na zona oeste de São Paulo. Ao se aproximar o horário do almoço o meu cérebro vai imaginando qual deliciosa sobremesa ele quer saborear naquele dia. Sim, porque é o meu cérebro que comanda o meu paladar. E como ele é safado. Como eu posso dominá-lo se é o cérebro que comanda todos os nossos movimentos? Então, eu me deixo envolver por este comando que na verdade, eu não me esforço muito para contrariá-lo.
Na segunda-feira, começo da semana, que tal mamão com licor de cassis? Servido numa taça interminável e com uma tonalidade incomparável.
Na terça-feira, vou de pudim de leite condensado. O que foi? Achou mais simples? Sim, mas nem por isso menos saboroso.
Na quarta se prepare. Aqui vem um arroz doce que é indescritível. Até hoje não descobri o segredo de um arroz doce tão maravilhoso. Enquanto eu não descubro o segredo eu vou saboreando. Eu não tenho pressa em descobrir.
Na quinta-feira uma taça de sorvete descritível. Dois sabores, biscoito waffer, calda de chocolate, pêssego, figo e quinze minutos no mínimo para consumí-lo. É quase um almoço...
Numa bela sexta feira, a semana está terminando, mas o meu apetite não. Que tal uma torta quente de banana com canela? Não! Calma. Espere um pouco. Não se trata de uma tortinha de banana com canela qualquer e sim aquela. Bem, ela tem uns dez centímetros de diâmetro. É servida quente. Demora 12 minutos para ficar pronta. Chega à sua vista, ou melhor, à sua mesa bem quentinha. Bom, sobre esta deliciosa torta não precisaria mais nada, mas faz parte da sobremesa uma bola de sorvete suavemente adicionada e do sabor preferido.
Ah... as opções de cardápio. Bom, nem percebi, mas recomendo. Afinal com estas sobremesas você nem vai pensar numa picanha, ou mesmo numa salada.
segunda-feira, novembro 27, 2006
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