segunda-feira, novembro 27, 2006

UMA AMIGA NUMA POESIA

Sei que canto. E a canção é tudo.
Uma parte de mim se espanta.
Seus olhos infinitos e brilhantes.
A mesma noite que faz branquear.
Nós, já não somos as mesmas,
Ainda que seja a última dor.

Daquela calçada, na direção contrária,
Atravessei a vida ao som da canção.

Só um lugar é tranquilo.
Isso é tudo. Tudo isso é linguagem.
Lirismo difícil e pungente.
Viagem eterna no coração.
A noite está esquecida.

Preencho de calma o meu ser.
Infinito é o seu olhar transparente.
Ritmada é a sua presença.
Eu canto, porque o instante existe,
Seja alegre ou cor de rosas.

SOBRE A MESA

Você conhece alguém que escolhe o Restaurante pela sobremesa?

Muito prazer! Esta pessoa sou eu.

Trabalho numa Universidade na zona oeste de São Paulo. Ao se aproximar o horário do almoço o meu cérebro vai imaginando qual deliciosa sobremesa ele quer saborear naquele dia. Sim, porque é o meu cérebro que comanda o meu paladar. E como ele é safado. Como eu posso dominá-lo se é o cérebro que comanda todos os nossos movimentos? Então, eu me deixo envolver por este comando que na verdade, eu não me esforço muito para contrariá-lo.

Na segunda-feira, começo da semana, que tal mamão com licor de cassis? Servido numa taça interminável e com uma tonalidade incomparável.

Na terça-feira, vou de pudim de leite condensado. O que foi? Achou mais simples? Sim, mas nem por isso menos saboroso.

Na quarta se prepare. Aqui vem um arroz doce que é indescritível. Até hoje não descobri o segredo de um arroz doce tão maravilhoso. Enquanto eu não descubro o segredo eu vou saboreando. Eu não tenho pressa em descobrir.

Na quinta-feira uma taça de sorvete descritível. Dois sabores, biscoito waffer, calda de chocolate, pêssego, figo e quinze minutos no mínimo para consumí-lo. É quase um almoço...

Numa bela sexta feira, a semana está terminando, mas o meu apetite não. Que tal uma torta quente de banana com canela? Não! Calma. Espere um pouco. Não se trata de uma tortinha de banana com canela qualquer e sim aquela. Bem, ela tem uns dez centímetros de diâmetro. É servida quente. Demora 12 minutos para ficar pronta. Chega à sua vista, ou melhor, à sua mesa bem quentinha. Bom, sobre esta deliciosa torta não precisaria mais nada, mas faz parte da sobremesa uma bola de sorvete suavemente adicionada e do sabor preferido.

Ah... as opções de cardápio. Bom, nem percebi, mas recomendo. Afinal com estas sobremesas você nem vai pensar numa picanha, ou mesmo numa salada.

segunda-feira, novembro 20, 2006

"DIA DA CONSCIÊNCIA NEGRA" retrata disputa pela memória histórica

Preservar a memória é uma das formas de construir a história. É pela disputa dessa memória, dessa história, que nos últimos 32 anos se comemora no dia 20 de novembro, o "Dia Nacional da Consciência Negra". Nessa data, em 1695, foi assassinado Zumbi, um dos últimos líderes do Quilombo dos Palmares, que se transformou em um grande ícone da resistência negra ao escravismo e da luta pela liberdade. Para o historiador Flávio Gomes, do Departamento de História da Universidade Federal do Rio de Janeiro, a escolha do 20 de novembro foi muito mais do que uma simples oposição ao 13 de maio: "os movimentos sociais escolheram essa data para mostrar o quanto o país está marcado por diferenças e discriminações raciais. Foi também uma luta pela visibilidade do problema. Isso não é pouca coisa, pois o tema do racismo sempre foi negado, dentro e fora do Brasil. Como se não existisse".

Construindo o "Dia da Consciência Negra"
O 20 de novembro trata da data do assassinato de Zumbi, em 1665, o mais importante líder dos quilombos de Palmares, que representou a maior e mais importante comunidade de escravos fugidos nas Américas, com uma população estimada de mais 30 mil. Em várias sociedades escravistas nas Américas existiram fugas de escravos e formação de comunidades como os quilombos. Na Venezuela, foram chamados de cumbes, na Colômbia de palanques e de marrons nos EUA e Caribe. Palmares durou cerca de 140 anos: as primeiras evidências de Palmares são de 1585 e há informações de escravos fugidos na Serra da Barriga até 1740, ou seja bem depois do assassinato de Zumbi. Embora tenham existido tentativas de tratados de paz os acordos fracassaram e prevaleceu o furor destruidor do poder colonial contra Palmares.

Há 32 anos, o poeta gaúcho Oliveira Silveira sugeria ao seu grupo que o 20 de novembro fosse comemorado como o "Dia Nacional da Consciência Negra", pois era mais significativo para a comunidade negra brasileira do que o 13 de maio. "Treze de maio traição, liberdade sem asas e fome sem pão", assim definia Silveira o "Dia da Abolição da Escravatura" em um de seus poemas. Em 1971 o 20 de novembro foi celebrado pela primeira vez. A idéia se espalhou por outros movimentos sociais de luta contra a discriminação racial e, no final dos anos 1970, já aparecia como proposta nacional do Movimento Negro Unificado.

A diversidade de formas de celebração do 20 de novembro permite ter uma dimensão de como essa data tem propiciado congregar os mais diferentes grupos sociais. "Os adeptos das diferentes religiões manifestam-se segundo a leitura de sua cultura, para dali tirar elementos de rejeição à situação em que se encontra grande parte da população afro-descendente. Os acadêmicos e os militantes celebram através dos instrumentos clássicos de divulgação de idéias: simpósios, palestras, congressos e encontros; ou ainda a partir de feiras de artesanatos, livros, ou outras modalidades de expressão cultural. Grande parte da população envolvida celebra com sambão, churrasco e muita cerveja", conta o historiador Andrelino Campos, da Universidade Estadual do Rio de Janeiro.

Para a socióloga Antonia Garcia, doutoranda do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regional da Universidade Federal do Rio de Janeiro, é importante que se conquiste o "Dia Nacional da Consciência Negra" "como o dia nacional de todos os brasileiros e brasileiras que lutam por uma sociedade de fato democrática, igualitária, unindo toda a classe trabalhadora num projeto de nação que contemple a diversidade engendrada no nosso processo histórico".

Diferente do 20 de novembro o 13 de maio perdeu força em nossa sociedade devido a memória histórica vencedora: a que atribuiu a abolição à atitude exclusiva da princesa Isabel, aparentemente paternalista e generosa Isabel, analisa o historiador Flávio Gomes. Pesquisas recentes têm recuperado a atuação de escravos, libertos, intelectuais e jornalistas negros e mestiços para o 13 de maio, mostrando como este não se resumiu a um decreto, uma lei ou uma dádiva. Esses estudos também têm resgatado o significado da data para milhares de escravos e descendentes, que festejaram na ocasião.

São poucos os locais onde se mantêm comemorações no 13 de maio. No Vale do Paraíba, no estado de São Paulo, o 13 de maio é dia de festa. "Não porque a princesa foi uma santa ou porque os abolicionistas simpáticos foram fundamentais, mas porque a população negra reconhece que a Abolição veio em decorrência de muita luta", diz Gomes. Albertina Vasconcelos, professora do Departamento de História da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia, também lembra que a data é celebrada em vários centros de umbanda na Bahia como o dia do preto-velho e que moradores antigos do Quilombo do Bananal, em Rio de Contas, Bahia, contam que seus pais e avós festejaram o 13 de maio de 1888 com muitos fogos e festas.

Na opinião de Vasconcelos "é importante comemorar, não para contrapor uma data a outra, os heróis brancos aos heróis negros, mas porque é necessário tomarmos consciência da história que está nessas datas, que traz elementos da nossa identidade". Para a pesquisadora, assim seria possível contribuir para desmistificar toda a construção ideológica produzida sobre o povo negro.

Nas escolas: muita proposta, pouca mudança
No início de seu mandato o presidente Lula aprovou a inclusão do Dia Nacional da Consciência Negra no calendário escolar e tornou obrigatório o ensino de história da África nas escolas públicas e particulares do país. Embora a decisão tenha sido comemorada, alguns pesquisadores ressaltam que existem obstáculos a serem ultrapassados para que a proposta se transforme em realidade. "Em geral, a história dada segue o livro didático e ele é insuficiente para dar conta de uma forma mais ampla e crítica de toda a história", ressalta Vasconcelos. Essa avaliação da historiadora é confirmada pela professora de história Ivanir Maia, da rede estadual paulista. "A maioria dos professores se orienta pelo livro didático para trabalhar os conteúdos em sala de aula. Nos livros de história, por exemplo, o negro aparece basicamente em dois momentos: ao falar de abolição da escravatura e do apartheid".

Campos destaca que alguns livros didáticos de história têm sido mais generosos ao retratar a "história dos vencidos", mas ressalta que a maioria, inclusive os livros ligados a sua área - a geografia -, continua a veicular os fatos sociais de forma depreciativa, seja referente ao Brasil ou a África. "Encontramos com fartura os elementos de modo civilizatório ocidental como a única verdade que merece maiores considerações", exemplifica. Uma iniciativa importante que ocorreu nesse período foi o controle dos livros didáticos distribuídos pelo Ministério da Educação e Cultura (MEC), visando evitar a distribuição de livros contendo erros conceituais e representações negativas sobre determinados indivíduos e grupos. Mas, na opinião de Garcia, seria necessário exigir uma maior revisão nessas obras: "os livros didáticos precisariam abordar a participação do povo negro na construção do país, na construção da riqueza nacional, na acumulação do capital e também as suas batalhas, rebeliões, quilombos e suas lutas mais contemporâneas".

Paula Cristina da Silva Barreto, professora da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Federal da Bahia, destaca que, além dos livros didáticos, outro foco importante são as propostas de mudança na formação dos professores. "Foi tímido o trabalho feito pelo MEC nessa direção até o momento", critica a pesquisadora. Na avaliação dela, sem professores bem preparados para abordar temas complexos, como os abordados nos PCNs, "é muito difícil obter sucesso com a alteração curricular e existe uma grande probabilidade de que as escolas não coloquem em prática o que foi proposto". Os baixos salários pagos e as condições de trabalho desanimadoras nas escolas são fatores também destacados pelos pesquisadores como possíveis responsáveis pelo pequeno envolvimento dos professores com propostas que visam abordar a diversidade étnica e problematizar a questão do negro no Brasil no interior das escolas.

Experiências educativas alternativas
Existem diversos programas educativos espalhados pelo país que são propostos e organizados por entidades ligadas aos movimentos negros brasileiros. Para Campos, a diferença fundamental entre essas propostas e o ensino escolar "é o comprometimento daqueles que montam os programas. Em geral são frutos de experiências de grupos ligados aos problemas dos afro-descendentes; buscam, sobretudo, a eliminação da desigualdade através de um instrumento poderoso: a consciência cada vez maior da coletividade". Como exemplos, o pesquisador cita o Projeto da Mangueira, voltado para os esportes, que já existe há muito tempo, além de experiências que têm levado meninos e meninas às escolas de sambas-mirins no Rio de Janeiro.

Barreto, que tem acompanhado de perto alguns projetos na área de educação implementados por organizações anti-racistas e/ou culturais de Salvador, destaca como exemplos bem sucedidos a Escola Criativa do Olodum, o projeto de extensão pedagógica do Ilê Aiyê e o Ceafro. "Essas experiências têm sido importantes por fomentarem o debate e gerarem demandas por mais qualidade do ensino público, por um currículo menos eurocêntrico e mais multicultural e multirracial, por melhores livros didáticos e por um ambiente racialmente mais democrático nas escolas", diz Barreto. O mais interessante é que esses projetos se transformaram em referência para as políticas adotadas por órgãos oficiais como o Ministério Educação (MEC) e as Secretarias de Educação. Combinando educação formal e não-formal esses projetos tratam, por exemplo, de conteúdos presentes no currículo oficial em espaços como os barracões dos terreiros de candomblé ou as quadras dos blocos afro; outros utilizam parte da produção cultural das organizações - letras de música, mitos africanos etc. - no currículo das escolas regulares. O ensino de História da África, na escola do Ilê Aiyê, já acontece há vários anos.

Para Barreto "é de fundamental importância o fato de que as crianças e jovens negros e mestiços são positivamente valorizados nesses projetos, elas são consideradas como portadores de direitos, o que tem um efeito direto sobre a auto-imagem e a construção da identidade pessoal e coletiva". Atualmente, a socióloga trabalha com projetos educativos voltados para a democratização do acesso e a permanência de estudantes negros e mestiços no ensino superior e coordena o programa A cor da Bahia, que há dez anos realiza pesquisas, publicações e atividades de formação na área de relações raciais, cultura e identidade negra na Bahia. Desde 2002, o programa desenvolve o projeto tutoria, que cria estratégias diversas para estimular, apoiar e promover a formação de estudantes negros que ingressaram na Universidade Federal da Bahia. Com o apoio do programa Políticas da cor fornecem bolsas de ajuda de custo aos alunos e orientação acadêmica, visando o ingresso destes no mercado de trabalho e em cursos de pós-graduação em condições mais competitivas. Na opinião de Barreto, ainda há muito para ser feito com no sentido de assegurar uma maior democratização - em termos raciais e econômicos - do sistema de ensino superior público.

"É preciso entender que a desigualdade no Brasil tem cor, nome e história. Esse não é um problema dos negros no Brasil, mas sim um problema do Brasil, que é de negros, brancos e outros mais", avalia Gomes.

http://www.comciencia.br/reportagens/negros/03.shtml

Acessórios do meu ser

O Google me acompanha em tudo. Como ler dissertações, monografias sem
aquela pesquisa básica? Ainda mais em uma semana que participarei de
11 bancas. Como escrever sem acessá-lo para me lembrar do que já
esqueci? Ontem, mergulhada em vários trabalhos acadêmicos, era
impossível não usá-lo como bússula já que os assuntos iam de
fotografia moderna do clássico Farkas e seu dadaísmo tropical dos anos
40, passando pela teoria do caos, avatares e os ruídos da noofesra.
Tinha também a hipermídia que sai da web e invade o teatro -- na peça
"Jogando no quintal". Um teatro de improvisação que virou estudo de
caso.

Nesta hora percebi que as pastas mágicas do Firefox me ajudam demais.
Outra coisa que não vivo mais sem elas, apesar de manter o Explorer
quase como um sentimento nostálgico. Só ontem caiu a ficha: ler
ouvindo psyte, torna mais produtiva minhas correlações. Aline Vulpini,
de 25 anos, mescla o full-on com outras vertentes. Presente na cena do
interior de São Paulo, Aline já se apresentou em outros estados como
Minas Gerais, Paraná e Mato Grosso. Vale a pena baixar seu set. Ela me
ajudou demais ontem, foi um acessório de produtividade. E quando todos
os acessórios (google, mp3, firefox, gmail etc) pareceriam
perfeitamente integrados a mim, acabou a força após uma chuva que
deixou São Paulo literalmente em baixo d´água. Daí foi o caos
literalmente. Não conseguia dormir, as velas -- espalhadas pela casa
-- me amolavam. Como viver sem tecnologia? Impossível. Ainda consegui
chegar até a geladeira, com a ajuda de uma lanterna, e peguei uma
cerveja ainda gelada. Ouvir a festa dos São Paulinos foi a única opção
de um domingo sem tecnologia.

COM A LUA EM AQUÁRIO [Celso],

a pessoa sente-se emocionalmente segura quando está exercendo a sua liberdade e independência total, quando está fazendo algo original e, portanto, alimentando a sua natureza individualista e quando está contribuindo de modo independente para a melhoria das condições sociais.

A Lua em Aquário favorece, portanto, todas as profissões autônomas, onde a pessoa possa agir como se fosse seu próprio patrão e chefe, sem horário fixo, bem como as atividades onde possa contribuir para melhorias ou para o bem de uma coletividade ou grupo.

A Lua em Aquário confere à pessoa uma disposição a ser amistosa, desprendida, a ser inovadora e radical, a procurar coisas não-convencionais.

A pessoa sente-se bem e à vontade em qualquer área ligada às novas tecnologias, em ocupações diferentes e até mesmo inusitadas, mas que sejam estimulantes, em atividades onde é necessário um espírito inventivo.

Algumas áreas propícias em que a pessoa com Lua em Aquário irá se sentir plenamente acolhida: eletrônica, informática, física nuclear, engenharia e outras atividades no campo aeroespacial, cientista em geral, pesquisador, toda a área de serviço e assistência social, atividades ligadas ao movimento New-Age, astrologia.

http://www.marciamattos.com.br/lua_prof.html

segunda-feira, novembro 13, 2006

Corpo, imagem e cibercultura

Reunir por dois dias jornalistas, amantes da noosfera, pesquisadores em hipermídia, net artistas e filósofos, todos em torno da discussão do corpo, (inter)mediado na cultura, na arte, na comunicação, no design, nas ciências humanas é a proposta do seminário Corpo & Mediação: estudos contemporâneos, que ocorre nos dias 28 e 29 em São Paulo. Acredito, como pesquisadora e participante da imersão, que desses encontros sempre tiramos um panorama contundente desta nossa sociedade mergulhada no imagético e que, aos poucos, desloca-se -- sem volta -- do mundo da escrita.

O seminário é organizado e coordenado pelo professor doutor Wilton Garcia, que lança o livro "Corpo & Subjetividade", (Factash Editora) resultado do evento do ano passado.
As inscrições estão abertas e podem ser feitas pelo site

quinta-feira, novembro 09, 2006

NÃO ENTENDO PATAVINA

Esta frase, que significa declaração de ignorância total sobre determinado assunto, originou-se em certos descuidos gramaticais do historiador romano Tito Lívio (59 ou 64 a.C-17 d.C), nascido em Pádua, em italiano Padova, e em latim, Patavium. Outros escritores latinos, tidos por mais cultos, reprovaram suas expressões, próprias do dialeto da região em que o historiador viveu, o que dificultava o entendimento. Alguns estudiosos dão como explicação o fato de os portugueses terem dificuldade de entender os mercadores e os frades franciscanos patavinos, isto é, originários de Pádua. O próprio Santo Antonio de Lisboa (1195-1231) é o mesmo Santo Antonio de Pádua. Quem não compreende bem certos usos e costumes religiosos, não entende patavina disso também.

SILVA, Deonísio da. De onde vêm as palavras: frases e curiosidades da língua portuguesa. São Paulo: Mandarim, 1997.

quarta-feira, novembro 08, 2006

COM A LUA EM LEÃO [Pollyana],

a pessoa sente-se emocionalmente segura quando está fazendo o que lhe dá prazer, quando é reconhecida, torna-se o centro das atenções e recebe elogios, quando freqüenta ambientes bonitos e, sobretudo, quando está exercendo sua criatividade e sua autoridade, numa posição de comando.

A Lua em Leão favorece, portanto, todas as áreas relacionadas com o entretenimento e atividades recreativas, bem como todos os setores onde a pessoa pode exercer profissionalmente a sua criatividade e liderança, onde se encontra numa posição de destaque.

A Lua em Leão confere à pessoa uma disposição a ser calorosa, extrovertida, a vivenciar a vida como divertimento e fonte de prazer, a enaltecer as coisas mais simples, tornando-as glamourosas.

A pessoa sente-se bem e à vontade em atividades profissionais que exigem a sua plena auto-expressão, como profissões criativas.

Algumas áreas propícias em que a pessoa com Lua em Leão irá se sentir plenamente acolhida: todas as atividades de entretenimento, indústria do teatro e do cinema, artes em geral, publicidade, cargos de comando, como gerente, empresário, educador, professor, conferencista, atletismo.

http://www.marciamattos.com.br/lua_prof.html

domingo, novembro 05, 2006

"AÇÚCAR" em sua vida...

"Um certo dia, a professora perguntou para seus aluninhos...
- Quem é Deus?
Pedro, um menino muito tímido, levantou as mãozinhas e disse:
- A minha mãe me disse que Deus é como o açúcar no meu leite que ela faz todas as manhãs. Eu não vejo o açúcar que está dentro da caneca no meio do leite, mas se ela tira, fica sem sabor. Deus existe, e está sempre no meio de nós, só que não o vemos, mas se Ele sair de perto, nossa vida fica...sem sabor
".

Tenha um bom dia! E não se esqueça...
Coloque "AÇÚCAR" em sua vida...

sexta-feira, novembro 03, 2006

Zélia Duncan, agora está pré pós tudo bossa cantando e tocando com os lendários Mutantes.

Braços Cruzados

“(...) Eu quero menos abandono, mais cuidado
Cristo Redentor
Eu vi seus braços “crusades”, tudo é ilusão
Ando pelas ruas, tem de tudo, menos solução
Fecho os vidros, fecho a casa
Mas a alma não tem trinco, tá escancarada
Fecho a minha roupa, fecho a minha cara
Mas a alma não tem trinco
Nem defesa, nem nada.”

Pedro Luis / Zélia Duncan

quinta-feira, novembro 02, 2006

Jump Madonna

"Acho que sou um homem gay em um corpo de mulher", declarou Madonna em sua última entrevista, que será exibida dia 29, às 22 horas, no Multishow. Sei que tem gente que não gosta dela, mas eu sou fã. Que camaleoa, uma mulher que consegue avançar, se reinventar. Se pensarmos em uma Xuxa, por exemplo, que permanece prisioneira da sua própria nave e da sua personagem infantil, Madonna, ao contrário, transita por estilos como quem toma um banho e sai para rua sem olhar para trás. Ela fracassa, cai, separa, retoma, tem filho, adota outro. Só uma mulher muito macho em corpo tesudo consegue realmente o que ela consegue. Deve ser isso.

Bom, enquanto delicio algumas macadâmias, uma de minhas paixões, ouço Jump e lembro de uma balada, bem jump que fui. Lá vai a letra!

There’s only so much you can learn in one place
The more that I wait, then more time that I waste

I haven’t got much time to waste, it’s time to make my way
I’m not afraid what I’ll face, but I’m afraid to stay
I’m going down my own road and I can make it alone
I'll work and I'll fight till I find a place of my own

Are you ready to jump?
Get ready to jump
Don’t ever look back, oh baby,
Yes, I’m ready to jump
Just take my hands
Get ready to jump

We learned our lesson from the start, my sisters and me
The only thing you can depend on is your family
And life’s gonna drop you down like the limbs of a tree
It sways and it swings and it bends until it makes you see

Are you ready to jump?
Get ready to jump
Don’t ever look back, oh baby
Yes, I’m ready to jump
Just take my hands
Get ready to, are you ready?

(Spoken:)
There’s only so much you can learn in one place
The more that you wait, the more time that you waste

I'll work and I'll fight till I find a place of my own
It sways and it swings and it bends until you make it your own

I can make alone (repeat 7x)

Are you ready to jump?
Get ready to jump
Don’t ever look back, oh baby
Yes, I’m ready to jump
Just take my hands
Get ready to jump

Are you ready to jump?
Get ready to jump
Don’t ever look back, oh baby
Yes, I’m ready to jump
Just take my hands
Get ready to, are you ready?